Já devora os sentimentos alheios do interior,
Nos corações aflitos de alma amargurada,
Alavancados pelo manto sagrado ao deleito do eu ao sono interior,
Sonhei que já era livre desses sonhos onde o corpo caia e balançava-se nos barrancos das falésias.
Lembrei disso quando me senti injuriado por amor,
Já amei tantas vezes que o sono torturou o vento que passava na raia dessa superfície,
Talvez a lua não volte novamente para a visita,
Sendo assim, sou gota solfejante nos lábios aflitos diante do gozo inquietante da noite.
Boa noite!
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