Parte da parte de um filme mal assistido, E como viver sem saber viver, Sapatear no universo ilusório de Wood Alien, Coringa em overdose, Sim, sim... Junta meio apertada, para saída de gás da cabeça.
Respirando a tua cor, Nos lábios, pregou-se aquele batom terral, Entre as curvas, o óleo alaranjado, Saboreando todos os sentidos meus. Ofuscando todas aquelas curvas suaves, Dentro de um parâmetro masculino, Selei no quarto, visualizando com o tato. De lado a lado, lapido os gastos da retratação, Guardarei então, todas as marcas vindas dessa paixão. Saberás em vão, No contar dos cantos, Você jogou todas as mágoas, Em um só pranto.
Os sentidos são fatos, São gastos de um torrão gasto, Desfalco-me nas minhas composições, Deste ato, só busco as letras, DEUS SEJA A POESIA, DELA VINDA, TODA A SULTILEZA VIVA.
Comentários
Não é a forma de ter
e sim a forma de morrer.
Tapas na casa do perfeito,
revidando ao ato.
O que basta simbolizar?
[b]Roberto Denser[/b]
www.sangralma.blogspot.com
Valeu pelo cometário.