Alagados no inferno – Parte I

Já foi tamanha estupidez saliente; Nas últimas enchentes entediadas pelo tempo; No culto de poderes atmosféricos; Mostrou-se às cobiças minimalistas desvairada das servas de Alá. Dentro do inferno: caído no córrego fedido de ondas magnéticas; Demonstrei uma maneira de simbolização de eu ser lapido, rápido, com forme o texto: da sátira contextualizada. Lavrados pelo ímpio encontraram-as deixas do diabo untado em um copo de porcelana, de cor marfim. Depois do tempo esfumaçado, magma por todos os lados; Abria-se uma cratera na vértebra da terra. Tamanha conforme o pecado; Deixou de lado o seu alado, e em seguida, seguiu com a sua boiada rumo ao vale das cascatas de larvas...

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