Surto sem ter um além

A alma conspirando, alimentando a mente. Desprazeroso é o contato humano nessas horas. Pensamento livre e ao mesmo tempo presos em amarras. Contornando o interior. Sinto-me desprendido do espírito e Agora cortejo a insanidade. Alimentando as palavras, vinda de outras, que não tenha que temer em dizê-las. Temo a morte sem sanidade. Pois a impureza é vinda fraqueza Mata-me antes de morrer, natureza. Não sei se de dor ou frieza Sei que a sensação momentânea foi o único prazer, Que percebi o gozo vindo das palavras. Percebo a morte vinda da mensagem. Morte, mata-me antes que acabe.

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