Saio


Crava no peito a dor, lava tuas crises na minha paixão
Salva a tua causa, pois viver sem te, já me traz felicidade
Troca teu sentimento cara amada
Longe da margura, projeta-te formas no meu atrevimento.

Lábios de sal, cativante suas feridas no consumo da rosa.
Goza na fraqueza da alma
Junta complementos para aliança de tuas lastimas
Com atas na mente, conspira diante da nascente.

Sorrir seria meu principio diante de tanta maravilha
Mais quando te vejo sinto ódio
Ódio de mim
Por isso me cobro.

Pois não consigo te amar
Pois não consigo te ter
Pois não consigo prescrever
Pois não consigo, e saio.

− Covarde!

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