Controlo minhas afáveis a te Porque tentar não seguir Contínuo Monte a te a tua margura caro poeta Não sei como andar, sei que continuarei. Tropeçando?
Dentro de tuas entranhas, está meu cigarro, Carnivoramente destruindo minha respiração, Sofro sabendo que você me faz bem, Sair da fraqueza de construção, E morrer aprendendo a assoprar...
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