E quando chega o fim da noite

Aos sons das trombetas sobre os céus de marfim,
Ondas de sons são levadas entre as correntes de ar, formado um esboço angelical entre as nuvens.
Rodeado de espelhos flutuantes, entre os vôos noturnos das candelas apagadas a quilômetros de distância.
Solos de lamurias entre os escombros das ruínas amedrontadas.
Nos meios sádicos, modelam corpos com cheiros de alfazema, misturado ao pó vital que cura a dor.
Caricias as escuras, nos tormentos angustiantes, dando-a cor nas terras claras dos desertos planos do Saara.
Súplicas nas cartas que chegaram antes da madrugada. Estarão na saga da vida ao morrer no fim da noite.
Olhando para catre simbólico, movimenta olho esquerdo e mais uma vez salta da rede de aço para os braços da ternura.
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