Amores errantes



Temas as sombras,

Dos modos que contornaram-se as linhas,

Que ainda venha a sentir como as ondas,

Entre os pontos mais disformes de sabedorias.



Erraram dificultando as compreensões,

Que nasceram entre as noites e os dias,

Ficaram-se sobre as tensões,

Quando juntaram-se nas poesias.



Encontram-se como amantes,

Sobre a solidez ilusória,

Trouxe-me a essa linda história,

Daqueles montes uivantes.



Historiados a favor do amor,

As lástimas destrutivas,

Mataram-se de maneiras intuitivas,

Como atores do rancor.



Saberiam cantare,

As machas fúnebres de próprias autorias,

Já não sentiam-se mais aquelas alegrias,

Quando vieram ao despertar.



Assim como essas Julietas que se tornam nordestinas,

Os poetas também em uma dessas cantorias,

Bem as clandestinas,

Terminando em uma dessas belas Ave Marias.



Com choros incontroláveis,

Transmutaram-se sobrem às costas das terras em transição,

Diante de tanto sofrimento e aflição,

Ficaram-se de maneiras confortáveis.



Sobre os céus escurecidos de iras,

Mortes as luzes,

Dos momentos ilustres,

Que onfiguraram-se todas aquelas alegrias.



Distinguido-se nas cores,

Já entrariam nas vidas,

Vidas que foram lidas,

Desejando o fim entre esses velhos amores.

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